Segundo fator com política da clínica
Código no celular obrigatório para dono e administrador por padrão. A clínica pode exigir de todos. Quem tem o código cadastrado só vê dados com a sessão confirmada.
Segurança e privacidade
Sem selo bonito: aqui está o que o sistema faz, e onde ver isso funcionando na sua clínica.
O que já funciona
Código no celular obrigatório para dono e administrador por padrão. A clínica pode exigir de todos. Quem tem o código cadastrado só vê dados com a sessão confirmada.
No computador da recepção, o código não é pedido a cada entrada, pelo prazo que a clínica definir. A pessoa vê e esquece os dispositivos dela.
A sessão encerra sozinha depois do tempo que a clínica escolher. Computador esquecido aberto não fica com o prontuário à mostra.
Perfis de acesso definem as seções do menu, as permissões e as unidades de cada pessoa. Permissões sensíveis pedem confirmação e avisam o dono.
Mudanças em pacientes, prontuário, financeiro e perfis de acesso ficam registradas: quem fez, o quê e quando.
A equipe da Comm7 só entra na clínica quando ela libera, em modo só leitura e com prazo para acabar. Uma faixa avisa na tela enquanto o acesso estiver aberto.
Exportação dos dados quando quiser, inclusive para sair do sistema. Sem fidelidade e sem multa.
Banco de dados em São Paulo, isolamento entre clínicas testado em cada versão e contrato de tratamento de dados (LGPD) publicado.
Nada gerado por IA entra no prontuário sem revisão e confirmação do profissional, como pedem as normas do CFM e do CFO.
Comece hoje
Crie a clínica, ligue o segundo fator, monte os perfis de acesso e veja a auditoria registrar cada mudança.
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